Low-code vs. no-code

Criar aplicações internas já não depende, necessariamente, de uma equipe inteira de desenvolvimento. Com plataformas low-code e no-code, as áreas de negócio conseguem automatizar tarefas, organizar informações e desenvolver soluções para problemas do dia a dia com mais autonomia.

O ganho de agilidade é real. O desafio está em garantir que essas aplicações sejam desenvolvidas e utilizadas de acordo com as políticas de segurança e as necessidades da empresa.

Você sabe o que sua equipe está colocando nas IAs?

Ferramentas de inteligência artificial já fazem parte da rotina corporativa. Elas ajudam a revisar documentos, analisar planilhas, gerar códigos e automatizar tarefas. O problema começa quando essas aplicações são utilizadas sem que a empresa tenha visibilidade sobre quais serviços estão sendo acessados e quais informações estão sendo compartilhadas.
Esse cenário é conhecido como Shadow AI: o uso de ferramentas de inteligência artificial sem o devido conhecimento, controle ou governança da organização.
Assim como acontece com o Shadow IT, a adoção dessas aplicações pode ocorrer à margem dos processos formais de TI, criando riscos relacionados à exposição de dados, à propriedade intelectual e ao cumprimento de políticas internas.

On-Primise ou Cloud

A decisão entre manter uma infraestrutura local ou migrar recursos para a nuvem não deveria se resumir ao custo dos servidores. Cada aplicação possui requisitos específicos de desempenho, disponibilidade, segurança e escalabilidade que precisam ser considerados no planejamento da infraestrutura de TI.
Na prática, muitas empresas combinam diferentes modelos: mantêm sistemas críticos localmente, utilizam Microsoft 365 e outras aplicações SaaS e executam máquinas virtuais ou serviços gerenciados em ambientes cloud.
O desafio está em definir onde cada workload, ou carga de trabalho, deve operar.

Sua empresa está protegendo os dispositivos que acessam a rede?

Computadores, notebooks e smartphones corporativos acessam sistemas internos, Microsoft 365, aplicações SaaS e ambientes em nuvem de diferentes lugares. Nesse cenário, proteger os dispositivos vai muito além de instalar um antivírus.

A segurança de endpoints precisa considerar o comportamento dos equipamentos, a identidade dos usuários e as condições de cada acesso. Afinal, um dispositivo comprometido pode representar uma porta de entrada para ameaças mesmo quando o usuário possui credenciais legítimas.

Shadow IT e o risco invisível para sua empresa

Shadow IT ocorre quando colaboradores usam softwares, aplicativos, plataformas ou dispositivos sem o conhecimento ou a aprovação da equipe de TI. Isso pode parecer inofensivo, afinal, é só um app para organizar tarefas, ou uma planilha para compartilhar um arquivo mais rápido, mas cada uma dessas escolhas cria um ponto de acesso que a empresa não sabe que existe.

Phishing: Entenda a técnica por trás da principal porta de entrada de ataques

A porta de entrada mais usada em ataques cibernéticos, é o phishing. Não é o firewall mal configurado, não é uma falha de sistema complexa. É um e-mail. Uma mensagem. Um clique que parecia perfeitamente normal.
O que torna o phishing tão eficaz não é a técnica, mas sim a psicologia. O golpe explora urgência, autoridade e confiança: “sua fatura vence hoje”, “atualize sua senha agora”. Leva em média 21 segundos para alguém decidir clicar ou não. E é nessa decisão rápida que a maioria dos ataques encontra brecha.